Júlio Pomar (1926-2018)

Júlio Pomar morreu ontem, com 92 anos.
Será sempre um nome maior das artes plásticas portuguesas.
A sua obra, vasta e de uma abrangência disciplinar diversa — pintura, desenho, escultura, cerâmica… — marcou e influenciou o panorama artístico nacional a partir da segunda metade do século passado até aos nossos dias.
Além da atividade nas artes plásticas, Júlio Pomar deixou também obra escrita, com destaque para a poesia.

A Casa Museu Egas Moniz, em Estarreja, tem exposto na Sala do Prémio Nobel um trabalho seu, que é propriedade do município desde final da década de 90.Trata-se de um retratos de Egas Moniz (grafite sobre papel), realizado em 1986, aquando dos ensaios que o pintor efetuou para o Metro de Lisboa.
Fica aqui a imagem como incentivo para uma apreciação ‘ao vivo’.

Uma das melhores formas de homenagear esta grande figura da cultura portuguesa é conhecer — ou aprender mais — sobre a beleza, o sentido e a amplitude da sua obra notável.
o ‘Atelier Museu Júlio Pomar’ é um excelente ponto de partida.

FM

Um comentário em “Júlio Pomar (1926-2018)”

  1. Pedro Nóbrega diz:

    Mesmo não sendo eu um diletante e cingindo-me aos quadros com os quais tive o privilégio de dialogar, todos tinham um grito de alegria pintado, que projectavam uma expressividade marcante…. Para mim o Julio é o pintor de emoções e o mestre do instinto….

    “Morte? “Descansar, rapazes”

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